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Casamentos Orientais | China

Os casamentos orientais, como muitos imaginam, são cheios de simbologia e se diferenciam muito das tradições ocidentais.

Por ser um povo muito ligado e regido pela astrologia, no casamento não seria diferente. Escolhem a melhor data para união do casal e de preferência em datas festivas como aniversários e principalmente no dia 8, que representa o começo de uma nova vida com o pé direito. Se voltarmos no tempo, a abertura das Olimpíadas de Pequim foi realizada no oitavo dia do mês e, neste mesmo dia, muitos casais realizaram seus casamentos.

Como já notaram, a cor vermelha é predominante nas vestimentas, convites, lembranças e decoração, já que representa amor e prosperidade. Aqui no Brasil, normalmente os noivos adotam a lista de presentes e alguns ainda recebem uma “ajudinha”extra cortando e vendendo um pedaço da gravata por uma pequena colaboração financeira dos convidados. Já os orientais, segundo as fontes encontradas, distribuem envelopes vermelhos pelas mesas, nos quais os convidados contribuem com um valor que desejarem.

Ajoelhados, os noivos servem chá para os pais, simbolizando o pedido de permissão para o casamento e em seguida o evento é iniciado. No altar fazem homenagem ao céu e a terra, antepassados e o Deus Tsao-Chün.

O chá é novamente servido para o casal, os pais e a parte religiosa é finalizada. Após os pais, todos os parentes, começando pelos de mais idade até os mais novos, são servidos pelos noivos e, aí sim, a festa se inicia.

No Brasil os casais muitas vezes apresentam vídeos com fotos da infância e família, contando rapidamente um pouco da história de cada um. Os chineses optam por um profissional, que discursa a todos a história de cada família e a dos noivos. Como esperado o cardápio é típico do país. A diferença do ocidente é na quantidade: podem chegar dez pratos.

Essas são antigas tradições da região e nem todas as famílias ainda seguem o ritual. De qualquer maneira é notória a presença dos parentes e nem tanto de convidados, como aqui. O vermelho é parte importantíssima assim como escolhemos e não abrimos mão do branco. Eles também tem noite de nupcias, obviamente que a decoração marca presença com dragões chineses representando prosperidade e sucesso, velas, a cor vermelha e, enfim casados, bebem um vinho com os braços entrelaçados simbolizando a troca de energias e união.

De fato é um evento completamente diferente da nossa cultura, porém repleto de simbolismo que enchem de esperança os corações apaixonados. Se alguém decidir se inspirar nesse casamento típico, sem dúvida muita prosperidade, cor e simbolismo não faltarão nessa cerimônia.

 

Fonte:pontodosnoivos, universochines, butterfly-lollipop, casamento.culturamix, merledress, schemamag.

 

 

 

 



Simpatia da Noiva americana

Something old, something new, something borrowed and something blue…

Nos Estados Unidos é comum que parte das noivas adotem a simpatia de usar algum item antigo de família, um item emprestado de uma amiga com o casamento bem sucedido, algo novo representando a vivacidade e esperança e o algo azul que traz a fidelidade, pureza, confiança e lealdade: pode ser o sapato, o bouquet, um brinco, a lingerie, uma fita de cetim amarrada no vestido ou a sola do sapato.

Essa herança que recebemos da época vitoriana, na Inglaterra, fez com que muitas noivas adotassem a ideia que simboliza sorte, esperança, fidelidade, amizade e a importância da familia e suas tradições mais antigas.

 

Fonte: weedingdream, casandoembh, tiffany, theknot, marthastewart.

 

 


Quando surgiu o vestido de noiva!

Muito antes de acontecer casamentos entre casais apaixonados como estamos acostumados, um dia foi meramente comercial. Um contrato feito pelas famílias uniam sangues da mesma classe social, em troca de riquezas.

Na Bíblia é possível encontrar registros de casamentos, nos quais as noivas já vestiam algo diferente para a data especial. Essa celebração evoluiu e na Roma Antiga a vestimenta inicia um processo de luxo, no qual a noiva passa de fato a se vestir como tal e se diferenciar das demais convidadas. O casamento passou a ser como conhecemos hoje, um casamento oficial, quando surgiu a necessidade de legalizar a unidade familiar, estabelecer a troca de bens e heranças!

As meninas se casavam muito novas e eram os próprios pais que firmavam essa ideia, por serem menores de idade. Quem hoje se habilitaria casar com quatorze anos?

Quanto às cores e modelos dos vestidos, como já é de se imaginar, exibiam apenas uma intenção: mostrar as posses das famílias, tanto fazia cor e modelo. O bom e velho luxo nos acompanha a muitos e muitos anos. Como falamos em uma matéria sobre casamentos orientais, até hoje vemos a cor vermelha nos vestidos. Na Idade Média era comum que várias comunidades usassem, inclusive, o véu com cores escuras, vestidos amarelos e há até mesmo relatos de estampas!

Chega a soar estranho, mas o preto também faz parte dessa história. Na Renascença a cor de roupa mais propícia para sociedades religiosas, inclusive para as noivas, era o preto e nessa hora, sem dúvida, a diferença vinha em suntuosas modelagens, volumosas e com muita riqueza de detalhes. Hoje mesmo ainda existem noivas que se arriscam nessa cor.

Um belo dia, para a felicidade de muitas noivas (não todas) o branco veio à tona! Existem muitas histórias a respeito de como foi que ele surgiu na sociedade. Falando um pouco de romantismo, para nossa alegria, tem uma noiva que parece levar o trunfo, pois ganhou o voto dos corações apaixonados. A Rainha Vitória foi a primeira da história, segundo alguns dos relatos que, no século XIX, se casou por amor. Por ser a ocupante do trono na época, ela mesma pediu seu noivo em casamento, entrando na cerimônia com um belo vestido branco, véu e sem a Coroa! Dizem que os noivos eram muito apaixonados, felizes e viviam uma vida completamente diferente dos costumes da época. Vinte anos após as núpcias, Alberto, seu marido, morreu vítima de doenças da época e a partir de então, em luto, ela passou a usar a cor preta em suas vestes para o resto de sua vida.

O filme que conta essa história, “A jovem Rainha Vitória”, mostra que a então viúva arrumava pela manhã a roupa de seu marido, como sempre fazia, até o último dia de sua vida.

Um breve relato da Rainha apaixonada em sua noite de núpcias: “NUNCA, NUNCA passei uma noite assim!!! O MEU QUERIDO, QUERIDO, QUERIDO Alberto (…) o seu grande amor e afecto fizeram-me sentir num paraíso de amor e felicidade que nunca pensei alguma vez sentir! Segurou-me nos seus braços e beijamo-nos uma e outra e outra vez! A sua beleza, a sua doçura e gentileza – como posso agradecer vezes suficientes ter um marido assim! (…) ser chamada por nomes ternurentos, que nunca me chamaram antes – foi uma bênção inacreditável! Oh! Este foi o dia mais feliz da minha vida!” (Hibbert, p. 123; Longford, p. 143; Woodham-Smith, p. 205)

 

Fonte: portalsaofrancisco, ideasposa, filme: “A jovem Rainha Vitória”, brasilescola.

 

 


O bouquet da Noiva | Como escolher o modelo ideal?

Você deve adequar o estilo do bouquet ao seu estilo; seu vestido e toda a composição em questão.

“Como fazer isso?”

Repare em seu vestido, suas jóias, sua make up, sapatos, o seu próprio estilo.

1 – Considere sua altura. Ele deve ser proporcional a sua estatura.

2 – Cor da pele, olhos, cabelo, batom e tons da make up devem se compor com as flores.

3 – Vestidos elaborados pedem bouquets menores, mais básicos. Vestidos mais simples não precisam de um super bouquet, exagerado. Quem deve aparecer é a noiva!!!

4 – Aposte nas flores da estação, mais fácil de achar e é sempre mais em conta!

5 – Casamentos durante a manhã e tarde pedem ramos mais simples.

 

 

 

Fonte: ICasei